Última hora: Francisco Conceição

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Francisco Conceição concedeu, esta sexta-feira, uma extensa entrevista à Sport TV, na qual aproveitou para colocar tudo em ‘pratos limpos’, relativamente, à conturbada maneira como abandonou o FC Porto, no verão do passado ano de 2025, para rumar à Juventus, a troco de uma verba na ordem dos 32 milhões de euros.

“Eu sinto que, naquele momento, quando o meu pai [Sérgio Conceição] saiu, eu era jogador do FC Porto, ainda. Fiz a pré-época com o FC Porto e, a partir do momento em que um clube como a Juventus decide ligar, com muita vontade de eu vir, achei que não podia dizer que não. Ganhando o que ganhei pelo FC Porto e demonstrando de forma convincente a minha capacidade em Portugal, decidi que era passo certo vir para a Juventus”, afirmou.

 

“É um clube gigante, com uma dimensão inacreditável, e não podia dizer que não, porque o comboio muitas vezes não passa duas vezes, por isso, acho que foi o passo certo e estou feliz. Continuo a apoiar o FC Porto e quero sempre que ganhe”, acrescentou, antes de refutar os rumores que apontavam para que tivesse recusado jogar, sob as ordens de Vítor Bruno.

 

“Se sou jogador do FC Porto, é quem me paga e tenho de representar a instituição da melhor forma possível. Foi isso que fiz, do primeiro ao último minuto, e um jogador não querer representar o clube é uma falta de respeito, não para as pessoas, mas para o clube. Estamos a falar do FC Porto e todos os jogadores, a partir do momento em que estão, têm de estar ao máximo. Estive sempre disponível do primeiro ao último dia a jogar pelo FC Porto”, sublinhou.

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